quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A piada mais ofensiva de sempre "Os Aristocratas"



Aviso: Este post tem bolinha. Daqui para baixo vai começar a correr mal. Muito mal.

Ouvi esta piada da boca do Bob Saget (que é um rapazinho com um tipo de stand up familiar, tudo muito limpo) e depois ouvi várias versões de vários outros comediantes. (Nem sei qual delas a pior. É... não tenho palavras)

Como não encontrei na net nenhuma versão portuguesa da piada (também não procurei muito) vou escrever a minha versão.


Ultimo aviso para não lerem. Isto vai ser realmente mau. (Depois digam que eu não avisei)

O texto abaixo está a preto. Se quiserem mesmo ler façam highlight ou copy/paste para outro sitio.
Agora é que é...


Uma família vai a uma agência de talentos.
É o pai, a mãe, o filho, a filha, o cão e um canário.
O pai vira-se para o agente e diz "Nós temos um acto muito bom e devia representar-nos".
O agente responde "Os actos de família são muito 1960 e não costumo representar esse tipo de espectáculo"
Mas a mãe diz "Mas este é especial, vai ser um sucesso, tenho a certeza".
O agente olha para o relógio e diz "Tem 5 minutos".

Nisto a família despe-se toda e o pai tira de uma mala de viagem dos anos 30 uma chávena de chá, um funil e um jerrican de gasolina. Dá a chávena de chá á filha, mete o funil na vagina da mulher e despeja a gasolina pelo funil abaixo.
Tira o tampão da filha que estava com o período a atira-o contra a janela e ele fica lá pendurado.
Dá um pontapé no funil para o tirar de lá e começa a foder a mulher bastante rápido tipo coelhinho no cio.
A cona da mãe começa a deitar fumo e, com um ultimo grande impulso, o pai salta para fora dela.
Uma gigantesca coluna de fogo sai-lhe da vagina e ela tira a perna prostética e enfia no cú do filho que entretanto entrou e canta "Sempre que o amor que quiser" da Lena D'Agua.
O pai corre para a filha e ela começa a fazer-lhe um broche. O pai olha para o filho que se está a equilibrar sobre a perna prostética da mãe que tem enfiada no cú e grita "Atira o cão".
O cão dá 3 piruetas no ar sempre a mijar e a filha, ainda a chupar a picha do pai enche a chavena de chá com o mijo do cão.
Enquanto isso o canário esta a voar por cima deles.
A filha mete a chávena por cima da coluna de fogo que a mãe ainda produz e aquece o mijo do cão.
Nesta altura o pai diz "Alguém gosta de chá com leite" e vem-se para a chávena.
O filho apanha a chávena e, com o mindinho esticado, mete tudo na boca.
A filha entretanto salta para cima do irmão e caga-lhe para o peito. O filho tira a perna da mãe do cú e mete no do pai.
A filha monta-se no irmão e começa a fode-lo agarrando-se á ventoinha que esta no tecto da sala e rodando violentamente. O cão salta para a cara do filho que lhe começas a lamber a picha. O pai vai ao cú ao cão enquanto apalpa as mamas á filha e canta "Povo que lavas no rio"
Estão todos encaixados numa grande bola e começam a rolar pela sala o mais rápido possível. O cagalhão que a filha fez no peito do irmão está agora na cara do pai parecendo um bigode bolchevique.
Enquanto isto a mãe ainda está com a perna no ar e a deitar lume
O canário continua a voar.
A roda salta por cima das chamas e o filho cai de cara na cona flamejante da mãe e cospe o conteúdo da chávena lá para dentro apagando as chamas.
A filha sobe para o armario e começa a mijar para cima de toda a gente. O pai tira a perna do cú e bate repetidamente na barriga da filha que começa a jorrar diarreia por toda a sala equanto assobia a musica da "Ponte do rio Kwai"
O tampão sangrento cai finalmente da janela.
O cão começa a rebolar na diarreia e a correr por todo o lado.
O pai envia o picha pela garganta do filho abaixo e fode-lhe a cara com toda a força até ele vomitar.
A filha apanha o vómito com a boca e cospe-o para dentro do cú da mãe enfiando-lhe a lingua lá dentro.
A mãe caga na boca da filha que depois beija o pai enquanto bate uma punheta ao irmão.
O canário continua a voar por cima deles.
O filho enfia a mão no cú da mãe, puxa-lhe as hemorróidas para fora e começa a morde-las enquanto o pai lhe esfrega a diarreia nas nádegas e enfia a perna prostética da mãe na cona da filha.
A filha desce do armário e envia o pé no cu do pai enquanto lhe abocanha os tomates. O pai enfia a picha na orelha da mãe que, por sua vez tem a cabeça do cão enfiada na cona.
O filho enfia um tubo metálico no cú e o outro lado no cú do canário que explode quando o filho de caga.
Acabam com os braços no ar a dizer "TCHARAN"

O agente fica calado durante largos minutos, limpa o vómito, a diarreia e as penas do canário dos óculos com a ponta da gravata e finalmente diz "Foda-se. Isso é impressionante. Mas o que é que vocês chamam ao que acabaram de fazer?"
O pai endireita as costas, enche o peito e diz "Os Aristocratas".

Bom se o efeito foi semelhante ao que ocorreu comigo neste momento estão a pensar "O que é que aconteceu aqui?".
Sentem-se violados, como se um camião cisterna cheio de tremoços e palitos usados vos tivessem atropelado psicologicamente.
Mas eu avisei e disse para não lerem.

Pelo menos ficamos com uma versão portuguesa desta popularíssima piada. (Se já alguém a tinha feito azar, reclamo este feito para mim)

Fiquem agora com a versão do Southpark. Não sei se é pior que a minha mas tem um bebé e eu nesse campo não consegui entrar. (Não especifiquei as idades dos filhos mesmo por isso, deixo ao vosso critério, não que melhore muito a situação)



A ultima informação que vou partilhar sobre esta piada é que foi criada nos anos 60 não se sabe bem porque nem por quem.
Esta piada é quase sempre contada de improviso (sendo que os comediantes fazem "desgarradas" para ver quem conta a melhor) fazendo dela uma espécie de "aperto de mão secreto" entre comediantes..
As únicas constantes são o principio em que a família vai ao agente e o fim em que o pai diz o nome do espectáculo. (Normalmente "Os Aristocratas" mas outros nomes já foram utilizados).
A parte da apresentação do espectáculo é diferente em cada vez que é contada (menos quando é escrita obviamente).

Se procurarem na net vão encontrar milhares de versões desta piada (e quem sabe até encontrem a versão na qual eu me baseei para começar o "espectáculo")
Confesso que foi difícil começar e que ainda estou meio estúpido como fui capaz de escrever esta barbaridade. (Mas o que tem de ser tem muita força e não podia deixar de partilhar esta bomba com o mundo lusófono)
Se quiserem mais variedade tambem há umaa versão em mimica e uma com o punchline totalmente ao contrario.(Nesta ultima o espectáculo descrito é muito limpo e familiar mas chama-se "Filhos da puta brochistas")

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